(deu-me para iniciar estes posts.... )
quinta-feira, 30 de maio de 2013
quarta-feira, 29 de maio de 2013
O Meu Próximo Mês...
...vai ser em modo "Cérebro Frito e Mexido". Como se fosse um prato numa carta dum restaurante. Bem se calhar duma tasca. Vou parar por aqui.
sábado, 25 de maio de 2013
quarta-feira, 22 de maio de 2013
quarta-feira, 15 de maio de 2013
Thought #8
"Nel mezzo del cammin di nostra vita, mi ritrovai per una selva oscura, ché la diritta via era smarrita."
(In the middle of our life's journey, I found myself in a dark wood, in which the way ahead was lost)
- Dante Alighieri, Inferno
(In the middle of our life's journey, I found myself in a dark wood, in which the way ahead was lost)
- Dante Alighieri, Inferno
sexta-feira, 10 de maio de 2013
Do ginásio
Há certas coisas que é preciso compreender (se não quiserem ok e escusam de se dar ao trabalho de ler =P) sobre a minha pessoa.
Uma delas é que não vivo sem desporto!
Desde pequena que fiz - como actividades extracurriculares - Equitação, Natação, Ballet, Ginástica, Aikido e Musculação (ir ao ginásio basicamente). Acho que aquilo que detestei mesmo foi a Natação. Tenho-lhe um ódio que nem vos passa pela cabeça. Para além disto fiz Educação Física na escola (para além da natação tinha uma certa aversão ao chamado teste dos bips).
Agora que estou na Faculdade tenho imensas saudades da obrigatoriedade de fazer desporto pelo menos 2 vezes por semana. Começo a stressar imenso quando não faço desporto e parece que fico cheia de comichões debaixo da pele pela necessidade de fazer alguma coisa.
Esta semana foi fantástica no que está relacionado com o desporto. Consegui tempo para ir 3 (reparem bem TRÊS!!) vezes ao ginásio!! Sinto-me realizadíssima. Sim, eu sei que amanhã nem me vou mexer porque hoje puxei por mim à séria mas não há mal. É daqueles tipos de dores que por muito que me queixe até sabem bem ter.
Adorava poder/conseguir fazer isto todas as semanas! Só para finalizar hoje tive uma discussão comigo mesma que andou nas linhas disto:
“My muscles informed me they did not want to go through any more exercise today. So I suggest that maybe he should let me off this time. He laughed, and I'm pretty sure it was at me...not with me.
"Why is that funny?"
"Oh," he said, his smile dropping. "You were serious."
"Of course I was! Look, I've technically been awake for two days. Why do we have to start this training now? Let me go to bed." I whined. "It's just one hour."
"How do you feel right now?"
"I hurt like hell."
"You'll feel worse tomorrow."
"So?"
"So, better get a jump on it while you still feel...not as bad."
"What kind of logic is that?" I retorted.” But I didn't argue anymore as he led me into the weight room."
― Richelle Mead, Vampire Academy
quinta-feira, 9 de maio de 2013
Just Perfect!
Nem tenho palavras.
“Namora uma rapariga que lê. Namora uma rapariga que gaste o dinheiro dela em livros, em vez de roupas. Ela tem problemas de arrumação porque tem demasiados livros. Namora uma rapariga que tenha uma lista de livros que quer ler, que tenha um cartão da biblioteca desde os doze anos.
Encontra uma rapariga que lê. Vais saber que é ela, porque anda sempre com um livro por ler dentro da mala. É aquela que percorre amorosamente as estantes da livraria, aquela que dá um grito imperceptível ao encontrar o livro que queria. Vês aquela miúda com ar estranho, cheirando as páginas de um livro velho, numa loja de livros em segunda mão? É a leitora. Nunca resistem a cheirar as páginas, especialmente quando ficam amarelas.
Ela é a rapariga que lê enquanto espera no café ao fundo da rua. Se espreitares a chávena, vês que a espuma do leite ainda paira por cima, porque ela já está absorta. Perdida num mundo feito pelo autor. Senta-te. Ela pode ver-te de relance, porque a maior parte das raparigas que lêem não gostam de ser interrompidas. Pergunta-lhe se está a gostar do livro.
Oferece-lhe outra chávena de café com leite.
Diz-lhe o que realmente pensas do Murakami. Descobre se ela foi além do primeiro capítulo da Irmandade. Entende que, se ela disser ter percebido oUlisses de James Joyce, é só para soar inteligente. Pergunta-lhe se gosta da Alice ou se gostaria de ser a Alice.
É fácil namorar com uma rapariga que lê. Oferece-lhe livros no dia de anos, no Natal e em datas de aniversários. Oferece-lhe palavras como presente, em poemas, em canções. Oferece-lhe Neruda, Pound, Sexton, cummings. Deixa-a saber que tu percebes que as palavras são amor. Percebe que ela sabe a diferença entre os livros e a realidade – mas, caramba, ela vai tentar fazer com que a vida se pareça um pouco com o seu livro favorito. Se ela conseguir, a culpa não será tua.
Ela tem de arriscar, de alguma maneira.
Mente-lhe. Se ela compreender a sintaxe, vai perceber a tua necessidade de mentir. Atrás das palavras existem outras coisas: motivação, valor, nuance, diálogo. Nunca será o fim do mundo.
Desilude-a. Porque uma rapariga que lê compreende que falhar conduz sempre ao clímax. Porque essas raparigas sabem que todas as coisas chegam ao fim. Que podes sempre escrever uma sequela. Que podes começar outra vez e outra vez e continuar a ser o herói. Que na vida é suposto existir um vilão ou dois.
Porquê assustares-te com tudo o que não és? As raparigas que lêem sabem que as pessoas, tal como as personagens, evoluem. Excepto na saga Crepúsculo.
Se encontrares uma rapariga que leia, mantém-na perto de ti. Quando a vires acordada às duas da manhã, a chorar e a apertar um livro contra o peito, faz-lhe uma chávena de chá e abraça-a. Podes perdê-la por um par de horas, mas ela volta para ti. Falará como se as personagens do livro fossem reais, porque são mesmo, durante algum tempo.
Vais declarar-te num balão de ar quente. Ou durante um concerto de rock. Ou, casualmente, na próxima vez que ela estiver doente. Pelo Skype.
Vais sorrir tanto que te perguntarás por que é que o teu coração ainda não explodiu e espalhou sangue por todo o peito. Juntos, vão escrever a história das vossas vidas, terão crianças com nomes estranhos e gostos ainda mais estranhos. Ela vai apresentar os vossos filhos ao Gato do Chapéu e a Aslam, talvez no mesmo dia. Vão atravessar juntos os invernos da vossa velhice e ela recitará Keats, num sussurro, enquanto tu sacodes a neve das tuas botas.
Namora uma rapariga que lê, porque tu mereces. Mereces uma rapariga que te pode dar a vida mais colorida que consegues imaginar. Se só lhe podes oferecer monotonia, horas requentadas e propostas mal cozinhadas, estás melhor sozinho. Mas se queres o mundo e os mundos que estão para além do mundo, então, namora uma rapariga que lê.
Ou, melhor ainda, namora uma rapariga que escreve.”
(Texto de Rosemary Urquico, encontrado no blogue de Cynthia Grow. Tradução “informal” de Carla Maia de Almeida para celebrar o Dia Mundial do Livro, 23 de Abril.)
quarta-feira, 8 de maio de 2013
segunda-feira, 6 de maio de 2013
Vícios
Uma pessoa percebe que está viciada numa colecção quando já vai no 7º livro e está a lê-los todos de seguida. Em inglês. No computador.
sexta-feira, 3 de maio de 2013
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